Por Bruna Fantti / Folhapress
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Um policial militar ativo, três ex-PMs e um ex-servidor da Alerj foram presos sob suspeita de abastecer a facção TCP com armamento, enquanto o traficante Peixão, líder do grupo, permanece foragido. As prisões são parte da Operação Magen, realizada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro.
O grupo, que atuava desde 2022, movimentou cerca de R$ 100 milhões através de empresas de fachada e utilizava agentes de segurança pública para acessar informações sigilosas, facilitando a operação criminosa. A Justiça bloqueou mais de R$ 250 milhões em bens dos envolvidos.
A Secretaria de Estado de Polícia Militar anunciou a abertura de um Procedimento Administrativo Disciplinar para investigar a conduta dos policiais envolvidos e reafirmou seu compromisso com a colaboração nas investigações. A Promotoria já denunciou dez pessoas por diversos crimes, incluindo organização criminosa e comércio ilegal de armas.
Um policial militar da ativa, três ex-PMs e um ex-servidor comissionado da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) foram presos nesta quarta-feira (7) sob suspeita de abastecer com fuzis e pistolas o TCP (Terceiro Comando Puro), facção comandada por Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão.
Texto: TNH1. Publicado originalmente em TNH1.


