(UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians vive sua pior série de resultados em quase dois anos, mas espera ter o elenco quase 100% à disposição para mudar esta fase nos próximos jogos.
MOMENTO RUIM
O Corinthians não vence há cinco jogos. São três empates (Portuguesa, Cruzeiro e Santos) e duas derrotas (Novorizontino e Coritiba). A igualdade com a Lusa foi seguida de vitória nos pênaltis.
Uma sequência sem vencer não era tão longa desde 2024. Entre junho e agosto daquele ano, o Timão somou cinco empates (Grêmio -três vezes-, Red Bull Bragantino e Juventude) e uma derrota (Atlético-MG). Àquela altura, o time já vivia o drama da luta contra a queda no Brasileiro antes da arrancada final e jogava a Copa do Brasil.
O time espera reverter o cenário nos próximos jogos, quando quase todo o elenco deve estar à disposição. Yuri Alberto está voltando de uma lesão muscular e se junta a Kaio César e Matheus Pereira, que voltaram no jogo passado, contra o Santos. O DM, agora, tem apenas o lateral Hugo. Além dele, Jesse Lingard espera a regularização da documentação para ficar livre para jogar.
A sequência pela frente não é das mais fáceis. nesta quinta-feira (19), o Corinthians encara a Chapecoense, que não perdeu em casa no Brasileiro, na Arena Condá. Depois, enfrenta Flamengo (C) e Fluminense (F) até o fim do mês de março.
DORIVAL PRESSIONADO
Dorival Júnior se vê pressionado no cargo. O técnico passou a enfrentar um processo de desgaste interno no Corinthians. A queda de desempenho da equipe é um dos principais fatores juntamente com declarações públicas do próprio comandante, incluindo as falas sobre uma possível venda do volante André ao Milan, da Itália.
A derrota recente para o Coritiba e a eliminação no Paulista levou as organizadas ao CT. Lideranças das principais torcidas se reuniram com alguns jogadores e membros da diretoria antes do duelo contra o Santos.
O treinador disse “dar pouca importância” à pressão neste momento. Após o empate com o Santos, ele destacou a diferença do Corinthians que assumiu e como a equipe está no momento.
Dou muito pouca importância [à pressão]. Me preocupo com o meu trabalho e com a responsabilidade de estar à frente de um clube como o Corinthians […] Se tiver que dar resposta a todo momento, é só fazer o levantamento de como o clube estava quando cheguei. Se for negativo, dou minha mão à palmatória. Se for positivo, não há necessidade de uma situação como essa. Sou tranquilo, faço meu trabalho, converso diariamente com o presidente. A partir do momento em que definirem que não querem mais o meu trabalho, seguirei meu caminho.Dorival Júnior
Dorival e Corinthians buscam alívio da pressão e encerrar a série negativa nesta quinta-feira (19). Às 21h30 (de Brasília), a bola rola para o jogo contra a Chapecoense, pela sétima rodada do Brasileiro.
Fonte: Notícias ao Minuto


